Coprocessamento

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A geração de resíduos representa um dos maiores problemas da sociedade moderna. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias obrigam à busca constante de soluções para a disposição adequada dos resíduos.

A queima desses resíduos em fornos de cimento constitui uma das soluções. Por substituir combustíveis tradicionais não renováveis e também matérias-primas convencionais, revela-se alternativa economicamente competitiva com relação a outras disponíveis, pois se caracteriza pela destruição total de grandes volumes de resíduos, sem geração de novos passivos ambientais. É também uma solução reconhecida oficialmente, uma vez que os procedimentos do coprocessamento são regulamentados por normas estaduais e federais.

O inventário de coprocessamento realizado em 2016, com levantamento de dados relativos a 2015, mostra um panorama da atividade.

Em 2015, das 57 plantas integradas que possuíam fornos rotativos para a produção de clínquer, 38 eram plantas integradas com fornos rotativos licenciados para o coprocessamento de resíduos, o que representa 67% do parque industrial brasileiro.

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